19 março 2014

Muçulmanos fazem rituais com sangue de cristãos!

Palestino convertido ao cristianismo denuncia sacrifício de cristãos por muçulmanos em rituais macabros e publica vídeos; Assista
O ex-membro da Organização para Libertação palestina Walid Shoebat se converteu ao cristianismo, e resolveu expor ao mundo o massacre que extremistas islâmicos cometem contra cristãos em “rituais de sacrifícios humanos”.
Em vídeos que ele encontrou e optou por disponibilizar ao mundo, muçulmanos matam cristãos de forma fria e sistemática, demonstrando crueldade e um nível de extremismo digno de terroristas.
No material exposto por Shoebat, há corpos retalhados e esquartejados e cabeças armazenadas em linha como se fossem troféus, além de execuções de homens enfileirados de joelhos, enquanto os muçulmanos fazem preces pedindo que Alá aceite seu sacrifício. Num dos vídeos mais chocantes, um extremista corta a garganta de um homem e o joga ainda agonizando numa cova.
“Relatamos essa história por causa do silêncio sobre o assassinato sistemático dos cristãos, minorias xiitas e até muçulmanos sunitas na Síria que não concordam com a teologia takfirista. A história é uma reminiscência para o relatório inicial sobre o extermínio dos judeus da Europa e de outras minorias quando pouca cobertura foi dada à verdade nestes dias”, disse Shoebat em entrevista ao portal WND.
Segundo o palestino que se converteu ao cristianismo, “os cristãos estão sendo mortos nestes mesmos rituais todos os dias, e o derramamento de sangue não vai parar. Devemos trabalhar juntos para resgatá-los “, convocou.
Os rituais macabros e cruéis de sacrifícios de cristãos já havia sido denunciado pela freira ortodoxa síria Hatune Dogan, que por conta própria conduziu uma investigação sobre casos de torturas a cristãos e descobriu que os radicais islâmicos da síria praticam um ritual de lavagem das mãos com o sangue, como parte do “sacrifício a Alá”.
Normalmente, muçulmanos usam água para os rituais de lavagem das mãos antes de suas preces. O sangue de cristãos vem sendo usado por fanáticos em suas preces, o que gerou um mercado negro de tráfico de sangue de cristãos.

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