30 julho 2015

Nova planta carnívora é descoberta no Brasil graças a foto em rede social

15 05h00 - Atualizado em 30/07/2015 10h10

Nova planta carnívora é descoberta no Brasil graças a foto em rede social

Planta encontrada em MG usa substância grudenta para pegar insetos.
Especialistas brasileiros começaram estudo ao verem foto no Facebook.

Marina FrancoDo G1, em São Paulo
O pesquisador brasileiro Paulo Gonella segura amostra de planta carnívora em visita a montanhas em Minas Gerais (Foto: Carlos Rohrbacher)O pesquisador brasileiro Paulo Gonella segura amostra de planta carnívora em visita a montanhas em Minas Gerais (Foto: Carlos Rohrbacher)
Pesquisadores brasileiros descobriram uma nova espécie de planta carnívora depois que uma foto dela foi publicada no Facebook. Paulo Gonella, que estuda plantas do gênero Drosera em seu doutorado pela Universidade de São Paulo (USP), reconheceu se tratar de uma variedade até então desconhecida da ciência só de olhar a imagem compartilhada na rede social por um amigo seu e que, originalmente, foi postada por um orquidófilo após uma caminhada em montanhas próximas da cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais.
“Só de ver a foto, a princípio, já deu pra levantar a suspeita de que era uma nova espécie. Ela parecia muito diferente. Entrei em contato com o fotógrafo e três meses depois estávamos viajando para estudá-la. Chegando lá e vendo ao vivo, confirmamos a nossa suspeita”, diz o pesquisador aoG1.
Gonella, que faz um doutorado sanduíche (curso com parte do estudo em outra instituição) e estuda também no Jardim Botânico de Munique, na Alemanha, realizou a pesquisa em parceria com o também brasileiro Fernando Rivadavia, botânico que vive nos Estados Unidos.
A planta carnívora Drosera magnifica captura pequenos insetos em suas folhas (Foto: Paulo Gonella)A planta carnívora Drosera magnifica captura
pequenos insetos em suas folhas
(Foto: Paulo Gonella)
O estudo começou em 2013 e foi publicado no periódico internacional "Phytotaxa", na última sexta-feira (24), com a ajuda de Andreas Fleischmann, pesquisador do Jardim Botânico de Munique.
Na pesquisa, o grupo constatou que a planta é a maior do gênero Drosera no continente americano e uma das três maiores do gênero no mundo, conta Gonella. Ela pode atingir comprimento de mais de 1,5 m, com folhas de até 24 cm. Por conta de seu tamanho e da aparência excepcional, a nova espécie foi nomeada Drosera magnifica.
Dieta carnívora
As folhas da planta têm “tentáculos” que soltam gotas de uma substância grudenta capaz de aprisionar pequenos insetos, fonte de sua dieta carnívora. Os “tentáculos”, na realidade glândulas da folhagem, são vermelhos e reluzentes, e seu visual em contraste com o verde é o que atrai os pequenos artrópodes.
Como a maioria das espécies do gênero Drosera, as folhas e os “tentáculos” se movimentam, podendo até dobrar, e aprisionam a presa ao soltar mais da substância colante em gotas que lembram gotículas de orvalho – daí o nome popular “orvalhinha” das plantas do gênero. Os insetos morrem sufocados e são digeridos por enzimas expelidas pela planta. Os animais são fonte de nutrientes como nitrogênio e fósforo.
Glândulas da planta soltam substância grudenta que aprisiona pequenos insetos, que morrem sufocados e são digeridos por enzimas (Foto: Paulo Gonella)Glândulas da planta soltam gotas de substância grudenta que aprisiona pequenos insetos, que morrem sufocados e são digeridos por enzimas (Foto: Paulo Gonella)
De fato, ao chegar na área montanhosa de Minas Gerais os pesquisadores encontraram a Drosera magnifica cobertas com muitos insetos.
Nossa expectativa é que [a nova planta] sirva de bandeira para preservar o local em que foi descoberta, que é uma região promissora para a descoberta de novas espécies"
Paulo Gonella, pesquisador da USP
Risco de extinção
Os pesquisadores brasileiros voltaram à região em 2014 para ver se a planta estava em outras montanhas da região, mas não a encontraram. “Ao que tudo indica, ela é endêmica dessa única montanha e ocorre bem no topo”, diz Gonella. O gênero tem cerca de 250 espécies em áreas tropicais de todo o mundo.
Por estar em uma região que já sofreu muito desmatamento, os pesquisadores ressaltam no artigo científico que a planta já pode ser considerada ameaçada de extinção, de acordo com os critérios e categorias da lista da vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), tida como referência mundial.
“Nossa expectativa é que [a nova planta] sirva de bandeira para preservar o local em que foi descoberta, que é pouco preservado e uma região promissora para a descoberta de novas espécies”, diz Gonella.
Planta carnívora descoberta em montanha de Minas Gerais foi descrita como uma nova espécie do gênero das 'orvalinhas' (Foto: Paulo Gonella)Planta carnívora descoberta em montanha de Minas Gerais foi descrita como uma nova espécie do gênero das 'orvalinhas' (Foto: Paulo Gonella)

29 julho 2015

Após perder fortuna com álcool, ex-astro da NBA recomeça trabalhando em cafeteria

Após perder fortuna com álcool, ex-astro da NBA recomeça trabalhando em cafeteria

ESPN.com.br
GETTY
Vin Baker, ao lado de Kevin Garnett (e), no time dos EUA medalha de ouro em Sydney-2000
Vin Baker, ao lado de Kevin Garnett (e), no time dos EUA medalha de ouro em Sydney-2000
Medalhistas de ouro nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000; quatro vezes eleitos para o Jogo das Estrelas da NBA, entre 1995 e 98; e alguns contratos milionários... As credenciais são muitas para provar que o pivô Vin Baker teve uma carreira de sucesso no basquete.
Tudo, porém, foi por água abaixo. Ou por álcool abaixo...
O ex-jogador, que defendeu Milwaukee Bucks, Seattle SuperSonics, Boston Celtics, New York Knicks, Houston Rockets e Los Angeles Clippers na NBA, teve a carreira abreviada, em 2006, pelos problemas com o alcoolismo fora de quadra. Agora, ele tenta recomeçar.
Baker, atualmente com 43 anos, está prester a assumir o comando de uma franquia Starbuck, em Rhode Island. "Nesta empresa, há oportunidades para todos. Tenho uma situação excelente aqui no Starbucks, e as pessoas são maravilhosas", disse, ao ‘Providence Journal'.
Nos tempos de jogador, Baker somou dinheiro suficiente para desfrutar de uma aposentadoria confortável, mas revela que perdeu boa parte de sua fortuna com o álcool. Seu primeiro contrato profissional, por exemplo, com os Bucks, era de 15,5 milhões de dólares e válido por dez anos. Quando foi para Seattle, a cifra foi de US$ 86 milhões.
"Quando você aprende lições na vida, não importa seu nível financeiro, a importante é perceber que isso pode acontecer. Eu era um alcoólatra. Perdi uma fortuna. Eu tinha talento e perdi. Para as pessoas que veem de fora, elas pensam: ‘uau'", afirmou.
GETTY
Vin Baker, em evento dos Bucks, em 2008
Vin Baker, em evento dos Bucks, em 2008
Uma das pessoas a quem Baker agradece atualmente pela oportunidade de trabalho é Howard Schultz, ex-dono do Seattle Supersonics e atualmente CEO do Starbucks. Outro a ajudá-lo foi seu companheiro Jason Kidd, atualmente técnico dos Bucks, que o convidou para compor a comissão técnica de seu time na Summer League, parte da pré-temporada da NBA.
No futuro, o ex-pivô espera ser ele um exemplo para outros.
"Estou com 43 anos e tenho quatro filhos, preciso juntar os cacos. Sou pai. Sou ministro na igreja do meu pai. Tenho que pegar minha história e mostrar que a pessoa pode dar a volta por cima. Se usar minha notoriedade do jeito certo, a maioria das pessoas vai gostar daquele cara que só está tentando retomar sua vida."

"Jogaram gasolina em mim e tentaram me queimar viva", diz vítima de tráfico humano

"Jogaram gasolina em mim e tentaram me queimar viva", diz vítima de tráfico humano
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  • BBC
    Kemi conta ter sido seduzida por traficantes em troca de promessa de trabalho e estudo
    Kemi conta ter sido seduzida por traficantes em troca de promessa de trabalho e estudo
*Matéria produzida pelos repórteres da BBC Sam Piranty, Jacky Martins, Lucy Rodgers, Dominic Bailey e Gerry Fletcher
Todos os anos, milhões de homens, mulheres e crianças no mundo são vítimas de tráfico humano, comprados e vendidos como mercadorias para a prostituição e o trabalho escravo.
Trata-se de um comércio que gera altos dividendos. A OIT (Organização Internacional do Trabalho) estima que o trabalho escravo movimente US$ 150 bilhões (R$ 504 bilhões) por ano. Dois terços disso (US$ 99 bilhões ou R$ 333 bilhões) vêm da exploração sexual.
Mas quem são as pessoas por trás dos números? Kemi e Bilkisu, da Nigéria, Jane, do Reino Unido, e Gabby, dos Estados Unidos, contam à BBC como se tornaram vítimas dos traficantes.
Kemi, da Nigéria
Milhares de mulheres do oeste da África são compradas e vendidas todos os anos, e a maioria delas acaba na Europa. O UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime) estima que as vítimas do tráfico de pessoas na região, boa parte delas proveniente da Nigéria, corresponde a quase 10% das pessoas forçadas a se tornarem trabalhadoras do sexo na Europa Ocidental.
Benin City, no sul da Nigéria, é uma cidade-chave nesse esquema, com redes e infraestrutura montadas em trono do tráfico de pessoas. Lá, os traficantes buscam meninas que querem viajar e as seduzem com promessas de trabalho e estudo. Eles lhes dão documentos falsos e dizem que elas precisarão pagar o custo da viagem quando chegarem ao país de destino.
Uma vez recrutadas, as meninas muitas vezes são forçadas a participar de rituais para garantir que vão cumprir com o prometido.
Uma mulher que atua como negociante de pessoas em Benin City diz que traficantes costumam arrancar as roupas e até os cabelos das meninas. Pelos da região pubiana e das axilas também são raspados. Ao fim do processo, elas são entregues a um 'padre' em uma cerimônia como prova de que pagariam suas dívidas.
"Com todas essas coisas que eles tiravam delas, as meninas tinham medo de que alguma coisa pudesse acontecer", conta Kemi.
Uma dessas meninas que foi vítima das mentiras dos traficantes é a própria Kemi. Ela recebeu a promessa de uma nova vida na Itália, de onde poderia enviar dinheiro para ajudar sua família.
"Eles disseram: 'Nós queremos mudar a sua vida. Queremos que você seja feliz", relata.
Em sua chegada à Itália, Kemi soube que teria de trabalhar como prostituta. Ela se recusou, mas ficou sem comida, e seu celular foi confiscado como punição. Depois disso, se viu obrigada a obedecê-los.
"No final, eu trabalhei por três anos e três meses [como prostituta]", diz.
Durante esse período, Kemi entregou um total de 27 mil euros (R$ 100 mil) a seus traficantes, uma quantia que não os deixou satisfeitos.
Depois de um tempo, ela finalmente encontrou forças para deixar o lugar onde vivia e fugiu rumo a casa de amigos. No entanto, acabou deportada pelas autoridades italianas e teve de voltar para a Nigéria algum tempo depois.
Sem nada para levar consigo de todo o tempo que passou fora de seu país, Kemi decidiu não voltar para a casa de sua família.
"Eu tinha vergonha de ir para casa", conta, chorando. "Eu tinha vergonha de voltar sem nada."
Agora, traumatizada por suas experiências, ela sente raiva dos traficantes. "Eles são maus. A mulher que me vendeu tinha duas filhas. Ela está colocando as duas nas melhores escolas com o dinheiro que ganhei vendendo o meu corpo."
Bilkisu e Jane, Reino Unido
Centenas das vítimas do tráfico humano vindas da Nigéria acabam no Reino Unido, onde elas geralmente enfrentam exploração sexual ou uma vida de serviço doméstico forçado.
Cerca de 244 das 2.000 potenciais vítimas denunciadas às autoridades britânicas em 2014 vinham da Nigéria, segundo a Agência Nacional do Crime, um aumento de 31% comparado com o ano anterior. O único país com um número maior de potenciais vítimas é a Albânia.
Bilkisu é uma das mulheres enviadas da Nigéria para o Reino Unido com pretensões falsas. Desde que tinha 15 anos de idade, foi mantida como escrava, trabalhando longas horas sem salário durante dez anos.
Quando chegou ao Reino Unido, a garota nigeriana achava que teria um lugar para ficar com seu tio e a chance de continuar seus estudos, além de conseguir enviar um dinheiro extra para sua família. Ela achava que poderia dar uma vida melhor para eles.
No entanto, uma vez no Reino Unido, a jovem se viu forçada a ser empregada doméstica e babá para a família de seu tio. Ela começava a trabalhar às 5h e terminava às 21h.
"Arrume as crianças para a escola, dê banho nelas, dê café da manhã, passe as roupas...", conta Bilkisu, ao descrever sua rotina. "E além disso, tinha que fazer tudo para minha tia e meu tio, arrumar as roupas deles para que eles pudessem ir ao trabalho".
Durante o dia, a jovem limpava o apartamento de três quartos. Se sua tia não ficava satisfeita com o trabalho, a menina apanhava dela.
"Estava sozinha. Sabe quando você está dentro de um buraco e não há luz, está tudo escuro? Tudo estava preto. Eu sentia assim."
Nos nove anos em que Bilkisu trabalhou para o tio e a família dele, não teve um único dia de folga e tampouco recebeu pagamento. Somente quando fez 20 anos, Bilkisu teve coragem para buscar socorro. Ela conseguiu fugir com a ajuda de um pastor da igreja local.
Mas depois de ter tido a infância roubada, ainda tem dificuldades para socializar.
"Eu não sei mais como fazer amigos", explica. "Os danos ainda estão aí, não sei, acho que vão ficar comigo para sempre."
Diferentes de Bilkisu, muitas crianças vítimas do tráfico humano no Reino Unido são comercializadas por todo o país. O governo britânico acredita que, atualmente, existam 13 mil crianças sendo exploradas dessa maneira no país.
Jane tinha apenas 13 anos quando foi capturada e abusada, antes de ser vendida por grupos de traficantes no Reino Unido para exploração sexual.
Tudo começou quando ela estava na escola. Um homem de cerca de 70 anos, que sabia que ela tinha uma família instável, começou a lhe oferecer presentes. Pouco depois, ele começou a pedir pagamento em 'favores' sexuais, e conforme o tempo foi passando, ele começou a levar Jane para outros homens asiáticos.
No início, os homens davam uma volta de carro com ela, ofereciam drogas e tiravam fotos inapropriadas dela, conta Jane. Mas o abuso foi piorando.
"Em algumas semanas, o homem mais velho começou a trancar a porta com os homens dentro e eles queriam sexo. E eles filmavam, tiravam fotos. Me davam drogas."
Logo, Jane estava sendo 'trocada' por diferentes grupos de homens pelo país; muitos deles ficavam bem longe dali. Eles se encontravam em postos de gasolina para passar a garota de um carro para o outro.
Quando ela tentava resistir, os homens ficavam violentos e ameaçavam sua família.
"Eles me jogavam pra fora do carro. Queimavam meu cabelo, chegaram a quebrar ossos do meu rosto. Eles tentaram jogar gasolina e colocar fogo em mim", relata.
Aos poucos, Jane foi perdendo as forças para lutar. Ela sofreu várias lesões no crânio e no nariz e ficou com um dano interno irreparável.
"Fiquei com medo do que estava acontecendo. Acho que porque começou quando eu ainda era muito nova, e depois de um tempo, você começa a pensar que é só para aquilo que você serve."
Jane foi abusada por nove anos, algumas vezes, todos os dias. Ela conta que, para piorar sua situação, a polícia e outras agências não acreditavam no que ela dizia. Jane só conseguiu escapar quando entrou em contato com o Exército da Salvação.
"Eu não tinha muito o que dizer, eles só entenderam e disseram: 'Não é culpa sua, nós podemos te ajudar'. Depois de algumas horas, havia um carro ali para me levar para um lugar seguro."
BBC
Gabby conta que se viciou em drogas e teve um relacionamento com um homem que, tempos depois, a levou para a prostituição nos Estados Unidos
Gabby, dos Estados Unidos
Existe uma história parecida nos Estados Unidos, onde dezenas de milhares de crianças são traficadas para a prostituição. O FBI, a Polícia Federal norte-americana, diz que exploração sexual de menores acontece em um "nível quase epidêmico".
Gabby, de Baltimore, conta que foi abusada por seu pai dos oito aos 12 anos, uma relação que ela acredita ter influenciado a maneira como ela interage com os homens.
"Eu aprendi muito cedo que era possível conseguir muita coisa por meio de favores sexuais", diz.
Gabby conta que se viciou em drogas e teve um relacionamento com um dependente de drogas que, anos depois, a levou para a prostituição.
"Eu não hesitei porque sentia que ele tinha cuidado de mim por todo aquele tempo, e eu confiava nele. Acho que o plano dele era ganhar minha confiança de qualquer maneira."
Não demorou muito para Gabby descobrir que seu namorado não passava de um cafetão, como tantos outros que ficavam nas ruas aliciando mulheres usuárias de drogas para transformá-las em prostitutas.
"O cafetão fica com seu carro em uma esquina próxima de onde suas meninas estão trabalhando para que elas saibam que ele está vigiando o trabalho delas de perto. Elas ficam com medo de correr. Quando eu estava lá, outras cinco meninas também estavam na mesma situação."
Gabby conseguiu fugir das ruas e abandonou seu namorado. Com ajuda de terapia, está tentando compreender tudo o que se passou na sua vida. Mas ela conta que, para muitas meninas que estão nas ruas, confusas, cheias de medo e envolvidas nesses relacionamentos, permanecer ali é uma questão de sobrevivência.
Para denunciar o tráfico de pessoas no Brasil, contate o Núcleo de Assistência a Brasileiros, Divisão de Assistência Consular, pelos telefones (61) 3411-8803/ 8805/ 8808/ 8809/ 8817/ 9718/6456, ou ainda pelo e-mail: dac@mre.gov.br.

Foto da Nasa mostra 'sapo intrometido' em lançamento de sonda

12/09/2013 13h27 - Atualizado em 12/09/2013 16h42

Foto da Nasa mostra 'sapo intrometido' em lançamento de sonda

Imagem foi registrada durante lançamento de capsula robótica.
Agência confirmou presença inusitada de anfíbio.

Do G1, em São Paulo
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Durante o lançamento de uma capsula robótica que orbitará na Lua, um sapo “intrometido” se tornou sensação ao aparecer por acidente em uma das fotos da decolagem, ao ser arremessado pela força do foguete.
A imagem, postada no site da Nasa, a agência espacial americana, teve a autenticidade confirmada e divulgada no site da organização, de acordo com o jornal “New York Daily News”.
A sonda chamada Explorador de Atmosfera e Ambiente de Pó Lunar (Ladee, na sigla em inglês) tem o tamanho de um automóvel compacto, e pesa 383 kg. O lançamento ocorreu no estado de Virgínia.
Não há informações se o sapo teria sobrevivido à decolagem.
Sapo 'intrometido' foi flagrado durante lançamento de cápsula da NASA para estudo lunar (Foto: Reuters/NASA Wallops Flight Facility/Chris Perry)Sapo 'intrometido' foi flagrado durante lançamento de cápsula da NASA para estudo lunar (Foto: Reuters/NASA Wallops Flight Facility/Chris Perry)