10 agosto 2015

Google anuncia YouTube Gaming, plataforma exclusiva de games

13/06/2015 19h04 - Atualizado em 15/06/2015 09h48

Google anuncia YouTube Gaming, plataforma exclusiva de games

Serviço terá site e apps próprios para reunir vídeos e transmissões ao vivo.
Games terão canal específico, assim como produtoras e youtubers.

Do G1, em São Paulo
YouTube Gaming é uma versão do YouTube, criada pelo Google para abrigar vídeos e transmissões ao vivo de jogos.  (Foto: Divulgação/Google)YouTube Gaming é uma versão do YouTube, criada pelo Google para abrigar vídeos e transmissões ao vivo de jogos. (Foto: Divulgação/Google)
Google lançará um versão do YouTube voltada apenas a games, que contará tanto com site quanto com aplicativos para smartphone e tablets próprios. O YouTube Gaming chegará entre o fim de junho e setembro, informou o Google nesta sexta-feira (12).
A nova plataforma terá canais temáticos para cada game, publicadores de jogos e youtubers que tratam de jogos.
YouTube Gaming foi construído para ser sobre seus games favoritos e jogadores, com mais vídeos do que qualquer outro lugar. De “Asteróides” a “Zelda”, mais de 25 mil games cada um terá sua própria página, um local próprio para todos os melhores vídeos e transmissões ao vivo sobre o título”, afirmou o gerente de produto do YouTube, Alan Joyce, por comunicado.
Quando um usuário assinar um determinado canal no site, ele receberá notificações todas as vezes que houver um novo vídeo ou uma transmissão estiver para começar.
A ferramenta de busca do site também foi modificada para atender à lógica do mundo dos games. Assim, quando alguém procurar por “call”, não encontrará como resultados menções à música “Call Me Maybe”, mas para “Call of Duty”.
Junto com a plataforma, o Google lançará também um novo sistema para que youtubers façam streaming de demonstrações de games. Será possível, por exemplo, compartilhar um link único da exibição.
O YouTube Gaming será mostrado durante a feira de games E3. Será liberado primeiro para os Estados Unidos e Reino Unido.

Invenção apresentada em escola é usada para tentar limpar Oceano Pacífico

BBC
10/08/2015 16h01 - Atualizado em 10/08/2015 16h01

Invenção apresentada em escola é usada para tentar limpar Oceano Pacífico

Jovem holandês transformou projeto em iniciativa que já gerou projeto de limpeza das águas entre Havaí e costa oeste dos EUA.

Da BBC Mundo
Boyan Slat, de 20 anos, diz ter encontrado uma maneira de tirar lixos plásticos do oceano - mas será que funciona? (Foto: BBC/The Oceal Clean Up)Boyan Slat, de 20 anos, diz ter encontrado uma maneira de tirar lixos plásticos do oceano - mas será que funciona? (Foto: BBC/The Oceal Clean Up)
A invenção apresentada por um estudante holandês em uma feira de ciências será usada para tentar limpar as águas do Oceano Pacífico.
Boyan Slat tem pouco mais de 20 anos e, em 2011, quando tinha apenas 16, teve uma ideia quando mergulhava na Grécia e viu mais sacos plásticos do que peixes.
Depois do choque no mar da Grécia, ele começou a desenvolver uma ideia que apresentou como um projeto de ciências.
O projeto, apresentado na feira de ciências da escola onde estudava, consiste de uma série de barreiras flutuantes, ancoradas no leito do mar. Primeiro elas capturariam e concentrariam os detritos flutuantes. O plástico se moveria ao longo das barreiras no sentido de uma plataforma, onde seria, então, extraído de forma eficiente.
A corrente oceânica passaria por baixo das barreiras, levando toda a vida marinha flutuante com ela. Não haveria emissões nem redes para a vida marinha se enroscar. O plástico coletado no oceano seria reciclado e transformado em produtos ou em óleo.
O primeiro passo para colocar este projeto em prática é criar um mapa para avaliar a posição exata do lixo. E isto é exatamente o que está fazendo uma frota de 30 barcos, cuja missão é percorrer as águas do Oceano Pacífico, entre o Havaí e a costa oeste dos Estados Unidos.
Esta frota deve chegar a San Francisco no dia 23 de agosto.
Choque e descaso
Slat contou que além do choque depois do mergulho na Grécia, onde viu mais sacos plásticos do que peixes, ele ficou ainda mais chocado ao notar que não havia uma solução aparente.
"Todo mundo me disse: 'Ah, não tem nada que você possa fazer com os plásticos depois que eles chegam aos oceanos', e eu me perguntei se isso era verdade."
Entre os últimos 30 e 40 anos, milhões de toneladas de plástico entraram nos oceanos. A produção mundial de plástico é de 288 milhões de toneladas por ano, das quais 10% acabam no oceano. A maioria - 80% - é proveniente de fontes terrestres.
O lixo é arrastado por ralos e esgotos e acaba nos rios - assim, aquele canudo de plástico ou cigarro que você jogou no chão podem acabar no mar.
O plástico é transportado por correntes para cinco sistemas de água rotativos, chamados de giros, nos grandes oceanos, sendo o mais famoso a enorme Mancha de Lixo do Pacífico, entre o Havaí e a Califórnia.
Correntes e zona de convergência (Foto: BBC/NOAA)
A concentração de plástico nestas áreas é alta e elas chegam a ser chamadas de sopa de plástico. A região abrange uma área duas vezes o tamanho do Texas. Além disso, o plástico não fica no mesmo lugar. Tudo isso faz com que a limpeza seja um grande desafio.
Inspiração
Slat afirma que a inspiração surgiu de uma pergunta: por que ao invés de perseguir os detritos não aproveitamos as forças das correntes e fazemos com que o lixo venha até nós?
A partir daí, quando ainda estava na escola, ele desenvolveu o projeto das barreiras flutuantes ancoradas no leito do mar.
Este projeto de ciências do Ensino Médio foi premiado como Melhor Projeto Técnico da Universidade de Tecnologia Delft. Diferente da maioria dos adolescentes, Slat se empenhou muito mais depois do prêmio para tocar este projeto.
Quando Slat começou a estudar Engenharia Aeroespacial na Universidade de Delft, a ideia de limpar os oceanos seguia com ele. Ele criou uma fundação chamada The Ocean Cleanup (Limpeza de Oceano, em tradução literal) e explicou no evento TEDx seu conceito de como os oceanos poderiam se limpar.
Seis meses depois de entrar na faculdade, decidiu trancar o curso para tentar tornar seu projeto uma realidade.
Equipamentos para retirada dos sacos plásticos são testados no mar (Foto: BBC/The Oceal Clean Up)Equipamentos para retirada dos sacos plásticos são testados no mar (Foto: BBC/The Oceal Clean Up)
Todo o dinheiro que ele tinha era 200 euros (R$ 630). Os meses seguintes foram usados em busca de patrocínio.
"Foi muito desanimador porque ninguém estava interessado", diz ele. "Eu lembro de um dia entrar em contato com 300 empresas para patrocínio - apenas uma respondeu, o que, também, resultou em nada."
Mudança brusca
Mas então, em 26 de março de 2013, meses depois de ser publicada na internet, a fala de Slat no TEDx se tornou viral.
"Foi inacreditável", diz ele. "De repente, tivemos centenas de milhares de pessoas clicando em nosso site todos os dias. Eu recebia cerca de 1.500 e-mails por dia de pessoas se voluntariando para ajudar."
Ele montou uma plataforma de financiamento coletivo que captou US$ 80 mil em 15 dias.
De acordo com o Programa de Meio Ambiente da Organização das Nações Unidas há, em média, 13 mil peças de plástico flutuantes por quilômetro quadrado de oceano. Muitas dessas partículas acabam sendo ingeridas acidentalmente pelos animais marinhos, que podem morrer de fome já que o plástico enche seus estômagos.
Albatrozes são particularmente vulneráveis porque se alimentam de ovos de peixe-voador, que estão ligados a objetos flutuantes. Tartarugas tendem a ser vítimas de sacos plásticos que, quando imersos na água, são parecidos com água-viva.
Conhecimento e críticas
O entusiasmo de Slat contagiou o público - mas, junto com as ofertas de ajuda e doações, vieram as críticas. Não daria certo, disseram alguns. Outros argumentaram que seria melhor coletar lixo de praias, onde os resíduos chegam levados pelas ondas.
Um problema é que o plástico não está apenas flutuando na superfície, mas é encontrado em toda a extensão de água, mesmo em sedimentos no fundo do oceano.
"Você pode ir a um lugar nunca explorado antes, nos confins da Terra, e percebe que o lixo chegou primeiro", disse à BBC a pesquisadora marinha Kerry Howell, da Universidade de Plymouth, na Grã-Bretanha.
Para Richard Thompson, também da Universidade de Plymouth, a prioridade seria evitar que o lixo chegue ao oceano.
"Se tivesse dinheiro para investir na busca de uma solução, empregaria 95% para conseguir encontrar uma forma de evitar que o plástico chegue ao oceano. (...) É como tentar secar o chão do banheiro com um trapo enquanto deixamos as torneiras da banheira completamente abertas", afirmou.
Salt posa em meio à parte do lixo que sua equipe recolheu (Foto: BBC/The Oceal Clean Up)Salt posa em meio à parte do lixo que sua equipe recolheu (Foto: BBC/The Oceal Clean Up)
Slat apresentou um relatório de viabilidade de 530 páginas, cuja capa foi feita de plástico reciclado. O relatório, baseado em diversos testes e simulações de computadores e assinado por 70 cientistas e engenheiros, respondeu a muitas das dúvidas que foram levantadas.
As críticas, no entanto, não parecem desanimar Slat, que trabalha 15 horas por dia.
"Se você quer fazer algo, faça o mais rápido possível."

Herói que impediu roubo a banco em 2010 acaba preso pelo mesmo crime

24/02/2015 07h01 - Atualizado em 24/02/2015 07h01

Herói que impediu roubo a banco em 2010 acaba preso pelo mesmo crime

Em 2010, Mark Rothwell desarmou bandido e ganhou medalha nos EUA.
Agora, ele foi preso acusado de roubar mais de US$ 15 mil de outro banco.

Do G1, em São Paulo
Após receber uma medalha por desarmar um assaltante de banco e impedir um roubo em 2010, um homem de 49 anos está sendo acusado agora de assalto a banco. Mark Rothwell foi preso após roubar um banco na última quarta-feira.
Herói em 2010, Mark Rothwell é acusado agora de roubo a banco (Foto: Multnomah County Sheriff's Office)Herói em 2010, Mark Rothwell é acusado agora de roubo a banco (Foto: Multnomah County Sheriff's Office)
Rothwell, que nasceu no Reino Unido, tinha sido considerado herói em março de 2010 após saltar sobre um assaltante e desarmá-lo. Pelo ato, ele recebeu uma medalha da polícia de Portland, no Oregon, em junho daquele ano.
Agora, no entanto, Rothwell vive o outro lado da moeda. Segundo a polícia, ele teria roubado uma agência bancária em Albina, perto de Portland, na semana passada. Armado, ele fugiu com um saco com US$ 15.703 (R$ 45 mil).

'Pedi que não fizessem isso comigo', diz vítima de estupro coletivo em Natal

10/08/2015 14h09 - Atualizado em 10/08/2015 14h41

'Pedi que não fizessem isso comigo', diz vítima de estupro coletivo em Natal

Jovem foi atacada por três homens na Zona Sul de Natal neste sábado (8).
Polícia acredita que suspeitos já praticaram o mesmo crime na região.

Do G1 RN
"Pedi pelo amor de Deus que eles não fizessem isso comigo, mas aí ele disse que ia fazer e mandou eu ficar calada senão ele ia me matar. Depois eu perguntei se podia vestir a minha roupa e ele disse que não, que ainda tinha os parceiros dele". Foi assim que uma jovem de aproximadamente 20 anos, vítima de estupro coletivo no último sábado (8), relatou a agressão dos bandidos. O crime aconteceu no conjunto San Vale, no bairro de Candelária, Zona Sul de Natal, por volta das 19h30. Ninguém foi preso.
De acordo com a PM, os três criminosos fizeram uma armadilha com arame farpado para parar um motociclista que levava a mulher na garupa. Os bandidos colocaram um arame farpado estirado de um poste até uma árvore, atravessando a pista. O rapaz que conduzia a moto não viu o arame, foi atingido no peito e acabou perdendo o controle do veículo. O casal caiu e, em seguida, foi arrastado para dentro de uma região de mata fechada. O jovem foi agredido e a garota, violentada.
Segundo o sargento Robson Lima, do 5º Batalhão da PM, os bandidos chutaram o rapaz e o imobilizaram. Depois do abuso sexual, os três criminosos queimaram a motocicleta e fugiram. Ainda de acordo com a PM, um dos criminosos foi reconhecido pela vítima.
Segundo a polícia, vítima reconheceu retrato falado do estuprador (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Segundo a polícia, vítima reconheceu retrato falado do
estuprador (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
"A moça achou um dos homens muito parecido com o retrato falado feito pela polícia no mês passado", disse o sargento, se referindo a um caso semelhante que aconteceu no dia 17 de julho no mesmo conjunto. Na ocasião, uma mulher também foi estuprada por três homens enquanto o marido dela foi amarrado.
"Depois eles ficaram fazendo pouco, dizendo que era 'Jack', 'Mãozinha' e o outro eu não consigo lembrar o nome. Ele disse que era para falar mesmo, que era para irem buscar eles lá", finalizou a jovem.
A polícia informou que fez buscas pela região, mas não encontrou nenhum suspeito. O Disque-Denúncia da Secretaria Estadual de Segurança Pública atende pelo número181.

09 agosto 2015

Mulher pede sexo a 100 homens na rua

VÍDEO28/04/2015 | 17h17

Mulher pede sexo a 100 homens na rua e o resultado é surpreendente

Sem saber que estavam participando de um experimento social, 30 homens toparam ir para a cama com a jovem

Mulher pede sexo a 100 homens na rua e o resultado é surpreendente Reprodução/YouTube
Foto: Reprodução / YouTube
estudante universitária Andrea Wendel foi voluntária em um experimento socialno campus de Santa Barbara, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. A jovem saiu às ruas para dar em cima de 100 homens, pedindo que fossem para a cama com ela

Quem transa mais recebe melhores salários, diz pesquisa

A pesquisa foi feita em resposta à experiência passada por um homem, que pediu sexo a 100 mulheres nas ruas. Na tentativa anterior, nenhuma mulher aceitou a proposta de sexo casual. Já na pesquisa feita com Andrea, 30 homens aceitaram ir para a cama com ela.

Saiba identificar os sinais de que o relacionamento está esfriando
vídeo registando a experiência já reúne mais de 4,4 milhões de visualizações desde o dia 20 de abril. Assista:



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DIÁRIO GAÚCHO

Bebê nasce 54 dias após morte cerebral da mãe, nos EUA

História emocionante18/05/2015 | 17h58

Bebê nasce 54 dias após morte cerebral da mãe, nos EUA

Karla Perez, 22 anos, foi mantida por aparelhos até a hora do parto

Bebê nasce 54 dias após morte cerebral da mãe, nos EUA Methodist Health System/Reprodução
Foto: Methodist Health System / Reprodução
Uma história emocionante tomou conta das redes sociais nesta segunda-feira. Trata-se do nascimento de um bebê 54 dias depois da morte cerebral de sua mãe, nos Estados Unidos. De acordo com o portal R7, a jovem Karla Perez, 22 anos, foi mantida por aparelhos até a hora do parto, que deu à luz Angél.

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Karla foi internada devido a uma artrite reumatoide, já na 22ª semana de gestação. Contudo, ela piorou e teve um derrame cerebral, que a deixou em coma profundo no início de fevereiro. O médico Andrew Robertson e sua equipe decidiram manter a mãe ligada a aparelhos para que a gravidez tivesse prosseguimento.
Na 32ª semana de gestação, os médicos resolveram realizar a cesárea, em razão da diminuição dos sinais vitais da mãe. Ele veio ao mundo com 1,4 kg e uma condição estável, segundo um dos médicos responsáveis pelo seu nascimento.

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— Ele não tem complicações sérias. Neste momento, porém, está mantido em uma incubadora e recebe alimentação por tubo — disse Brady Kerr.
Karla morreu dias depois do nascimento de Angél. O bebê ficará sob os cuidados dos médicos até ser liberado e, depois, o pai e avó devem cuidar do menino.

 
Avó com Angél, ainda no hospital
Foto: Methodist Health System/Reprodução

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* Diário Gaúcho

Eles foram casados por 75 anos e morreram abraçados

Estados Unidos13/07/2015 | 19h06

Eles foram casados por 75 anos e morreram abraçados

Jeanette Toczko, 96 anos, e Alexander Toczko, 95 anos, se conheciam desde os oito anos de idade e tiveram cinco filhos, 10 netos e seis bisnetos

Eles foram casados por 75 anos e morreram abraçados Facebook/Reprodução
Foto: Facebook / Reprodução
Um homem e uma mulher que estavam casados há 75 anos morreram nos braços um do outro em San Diego, nos Estados Unidos. Jeanette Toczko, 96 anos, e Alexander Toczko, 95 anos, se conheciam desde os oito anos de idade e haviam se casado em 1940.
Segundo o jornal Mirror, o casal havia dito que morreria junto. No dia 17 de junho, Alexander morreu nos braços da esposa. Incrivelmente, menos de 24 horas depois, Jeanette também faleceu.

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Uma das filhas do casal deu entrevista ao portal 10 News e contou como foi a última conversa com sua mãe, instantes depois da morte do pai.
— Eu disse à minha mãe que ele tinha ido embora — relatou Aimee Toczko-Cushman, que levou Jeanette até o corpo de Alexander.
— Ela o abraçou e disse: "Isto é o que você queria. Você morreu nos meus braços e eu te amo. Eu te amo, espere por mim, vamos nos encontrar em breve" — contou a filha, que deixou a mãe sozinha para fazer a despedida de seu companheiro.

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O casal teve cinco filhos, 10 netos e seis bisnetos. Alexander trabalhou como operador de telégrafo da Marinha norte-americana e depois entrou para o ramo da publicidade. Jeanette, por sua vez, era estilista. Eles chegaram a montar uma empresa de publicidade e fotografia onde trabalharam juntos.

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